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  1. Complexos periféricos e intimidade de uma geometria

    Os performers trabalham em estados afetivos dentro de estruturas pré-definidas de espaço e tempo que intensificam em torno de proposições ficcionais que se situam entre celebrações e manifestações. Desde as mais exigentes coreograficamente, que vão do detalhe hipnótico e visual, até às mais emancipadas e arqueáveis onde o grito de força é admissível e não tem forma. Da fisicalidade do gesto até à emotividade, este processo interessa-nos desenvolver para diferentes estados de afecção das imagens produzidas em tempo real. Estas serão trabalhadas em suspensão, pausa ou duração e em palco, as imagens surgirão como se não soubessem existir.

     

    Conceito e Coreografia Jorge Gonçalves

    capítulo 1 – a manifestação, com Adriana Ribeiro, Ana Gomes, Ana Carvalho, Beatriz Sá, Bruna Matos, Joana Afonso, Maria Borges, Maria Santos, Nádia Pais, Patrícia Silva, Rafael Castro e Tatiana Ribeiro [Estudantes de dança do 2º ano de Dança do Balleteatro]

    capítulo 2 – a celebração, com Ana Moreira, Ana Campos, Ana Nunes, Catarina Cardoso, Diana Oliveira, Francisca Narciso, Haidé Ribeiro, João Teixeira, Juliana Gomes, Mafalda Leal, Márcio Sousa, Maria Campos e Marta Oliveira.  [Estudantes de dança do 2º ano de Dança do Balleteatro]

     

    Première 22 & 23 Fevereiro 2019, Teatro Helena Sá e Costa, Porto